Dados da Obra

Ecos que o clarim da fama dá: Postilhão de Apolo, montado no Pégaso, girando o Universo, para divulgar ao orbe literário as peregrinas flores da poesia portuguesa, com que vistosamente se esmaltam os jardins das musas do Parnaso

Subtítulo Academia universal, na qual se recolhem os cristais mais puros, que os famigerados engenhos lusitanos beberam nas fontes de Hipocrene, Helicona e Aganipe
Referência MACEDO, António de Sousa de et al. ECOS QUE O CLARIM DA FAMA DÁ: POSTILHÃO DE APOLO, MONTADO NO PÉGASO, GIRANDO O UNIVERSO, PARA DIVULGAR AO ORBE LITERÁRIO AS PEREGRINAS FLORES DA POESIA PORTUGUESA, COM QUE VISTOSAMENTE SE ESMALTAM OS JARDINS DAS MUSAS DO PARNASO: ACADEMIA UNIVERSAL, NA QUAL SE RECOLHEM OS CRISTAIS MAIS PUROS, QUE OS FAMIGERADOS ENGENHOS LUSITANOS BEBERAM NAS FONTES DE HIPOCRENE, HELICONA E AGANIPE. Org. MORAES, José Angelo de. Lisboa, Portugal: Oficina de Francisco Borges de Sousa, 1761.

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